Parque define que leoa envolvida na morte de jovem não será sacrificada; informações sobre reabertura foram divulgadas

Parque confirma que animal permanecerá vivo após incidente e seguirá sob monitoramento.

PUBLICIDADE

A leoa Leona, do Parque Zoobotânico Arruda Câmara, em João Pessoa (PB), não será sacrificada após se envolver na morte de um jovem que invadiu seu recinto. A direção do local enfatizou que a eutanásia nunca foi considerada, visto que o animal não possui um histórico de agressividade.

De acordo com a administração do Parque da Bica, o trágico incidente de domingo (30/11) causou um nível elevado de estresse em Leona. O parque assegurou em comunicado que a leoa está bem e sob observação e acompanhamento constantes.

Reabertura segue indefinida

A equipe formada por veterinários, tratadores e técnicos do parque segue totalmente empenhada em garantir o bem-estar de Leona, trabalhando para que a leoa se recupere emocionalmente e retome sua rotina com segurança. Após o incidente, o Parque da Bica foi fechado ao público, e o Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba (CRMV-PB) criou uma comissão técnica para avaliar a área. Ainda não há previsão para a reabertura.

Em comunicado divulgado nas redes sociais, a administração informou que o parque continuará fechado até que todas as investigações e procedimentos oficiais sejam concluídos, reforçando o compromisso com a transparência e a segurança de visitantes, funcionários e animais.

Entrada foi intencional

A Prefeitura de João Pessoa e a administração do Parque da Bica declararam que o jovem entrou no recinto de forma intencional. O órgão municipal esclareceu que o rapaz, agindo de forma rápida e inesperada, escalou uma parede de seis metros, ultrapassou as grades de segurança, subiu em uma árvore e, assim, conseguiu acessar a jaula. A ação foi registrada em vídeos que circulam nas redes sociais e culminou com o jovem sendo atacado pelo animal, vindo a óbito em decorrência dos ferimentos.