Jornalista detona atitudes de Michelle enquanto o marido está preso: ‘como se o Bolsonaro já estivesse morto’

Aliado de Bolsonaro, jornalista detonou atitudes da ex-primeira-dama do Brasil.

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O jornalista Allan dos Santos voltou a movimentar o cenário político ao criticar duramente a postura de Michelle Bolsonaro durante participação no programa Conversa Timeline. A fala dele foi direcionada ao comportamento recente da ex-primeira-dama, que contrariou uma articulação envolvendo o PL e o ex-presidenciável Ciro Gomes. A repercussão reacendeu debates sobre a divisão interna na família Bolsonaro.

Segundo Allan, Michelle estaria contrariando a vontade dos filhos mais velhos do ex-presidente e criando uma ruptura indesejada no momento em que Jair Bolsonaro está preso na sede da Polícia Federal em Brasília. Em seu desabafo, ele não poupou palavras. “Ela está cagando para o Bolsonaro”, afirmou. “Ela não estava quando o Bolsonaro foi preso. Ela está viajando o Brasil inteiro como se o Bolsonaro já estivesse morto”, declarou.

Confusão no clã Bolsonaro

Os ataques aumentaram após Michelle defender publicamente Eduardo Girão para o governo do Ceará e rejeitar qualquer possibilidade de diálogo com Ciro Gomes. Os irmãos Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro criticaram a postura dela, alegando que a ex-primeira-dama estaria ignorando decisões já discutidas internamente. Para aliados, a tensão reflete uma disputa de protagonismo dentro do grupo.

De acordo com apurações do Poder360, integrantes da cúpula do PL acreditam que Michelle precisa alinhar sua comunicação com o diretório nacional para evitar ruídos políticos. Após reunião de emergência, o partido decidiu barrar qualquer negociação com Ciro. Paralelamente, Michelle divulgou nota afirmando que respeita os enteados, mas defende seu direito de expressar suas convicções com liberdade.

Allan dos Santos mora nos Estados Unidos

Enquanto isso, Allan dos Santos segue nos Estados Unidos, onde vive desde que teve sua prisão preventiva decretada pelo STF em 2021. Em março de 2025, autoridades americanas consideraram insuficientes as provas apresentadas para sua extradição. O comunicador afirma ser vítima de perseguição e reforça que continuará expressando suas opiniões sobre os rumos da direita no Brasil.