Irmã de Juliana Marins se manifesta sobre desaparecimento de jovem no Pico Paraná: ‘Ninguém pode…’

Juliana Marins foi a brasileira que morreu em trilha do Monte Rinjani, na Indonésia.

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O desaparecimento de Roberto Farias Tomaz, de 20 anos, durante uma trilha no Pico Paraná, mobilizou também pessoas que viveram situações semelhantes. Entre elas está Mariana Marins, irmã de Juliana Marins, brasileira que morreu após ser deixada para trás em uma trilha no Monte Rinjani, na Indonésia, em junho de 2025.

Mariana usou as redes sociais para divulgar o caso e reforçar a importância da solidariedade em ambientes de montanha. Em publicação no Instagram, Mariana destacou que a divulgação pode ajudar a acelerar o desfecho das buscas. Ela afirmou que compartilhar informações é fundamental para ampliar o alcance do caso e aumentar as chances de localização do jovem, que segue desaparecido após se separar da amiga durante a descida da trilha.

Apelo da irmã de Juliana Marins

A irmã de Juliana também fez um alerta direto a trilheiros e montanhistas, ressaltando a responsabilidade coletiva em situações de risco. “Ninguém pode ficar para trás. A vida de todo mundo que está nesta trilha importa, independente de demorar 30, 40, 300 minutos a mais para chegar até o seu destino”, disse.

Mariana relembrou que sua família enfrentou uma tragédia após Juliana ser deixada sozinha durante uma trilha no exterior, experiência que, segundo ela, reforça a necessidade de protocolos de segurança e companheirismo em ambientes extremos. O posicionamento gerou repercussão e apoio à família de Roberto.

Buscas por Roberto continuam

Enquanto isso, as buscas pelo jovem seguem com atuação do Corpo de Bombeiros do Paraná, uso de helicópteros, drones com infravermelho e apoio de montanhistas voluntários. A Polícia Civil trata o caso como desaparecimento e afirma que, até o momento, não há indícios de crime.