O documentário O Mistério de Varginha reacende uma das histórias mais intrigantes da ufologia brasileira ao apresentar uma revelação inédita: o depoimento do neurologista Ítalo Venturelli, que afirma ter guardado em silêncio por três décadas informações sobre um episódio ocorrido em 1996, em Varginha, Minas Gerais.
Segundo o médico, ele foi chamado às pressas para o principal hospital da cidade para avaliar algo completamente fora dos padrões conhecidos pela medicina, o que marcou profundamente sua trajetória profissional e pessoal. De acordo com Venturelli, ao chegar ao local, um colega o alertou de que havia recebido algo incomum e pediu sua opinião técnica.
Formato do crânio e boca de suposto ET
Ao examinar a suposta criatura, ele descreveu características físicas bastante diferentes do ser humano: “o crânio tinha forma de gota, branquinho, boca pequena, olho lilás também em forma de gota”. O relato é apontado como um dos momentos mais impactantes da produção, especialmente por se tratar de um profissional reconhecido e respeitado na cidade, o que fortalece a credibilidade do testemunho.
Trinta anos depois, o chamado Caso Varginha continua cercado de perguntas sem respostas. Para o arquivista Rodrigo Visoni, que participou da reconstituição do episódio para o programa Fantástico, o ponto central da história jamais foi devidamente esclarecido, o que mantém o interesse do público e alimenta teorias até hoje.
Já Calil, outro participante do projeto, avalia que o episódio pode ser considerado um “ET brasileiro” não apenas pela possível origem da criatura, mas pelo impacto profundo que teve na vida de inúmeras pessoas envolvidas direta ou indiretamente no caso.
Mistério do ET de Varginha dura 30 anos
Por fim, o diretor Paulo Gonçalves resume o sentimento coletivo em torno do mistério: a dúvida constante entre acreditar ou não, aliada à força de uma narrativa capaz de prender, emocionar e provocar reflexões sobre o desconhecido, tornando o documentário uma obra de grande apelo e relevância.
