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O passaporte de Eliza Samudio foi localizado em um apartamento alugado em Portugal e entregue ao Consulado-Geral do Brasil em Lisboa, reacendendo a atenção pública para um dos crimes mais emblemáticos da história recente do país. O achado foi revelado no fim de 2025 e voltou a colocar o nome da vítima no centro do debate sobre violência contra a mulher e impunidade.
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