A descoberta de um passaporte em nome de Eliza Samudio em uma casa alugada em Portugal reacendeu debates nas redes sociais e voltou a colocar o caso da modelo no centro das atenções.
Morta em 2010, Eliza teve seu nome novamente associado a teorias sobre a possibilidade de estar viva, o que levou familiares a se posicionarem diante da repercussão inesperada do assunto.
Irmão acha difícil que Eliza Samudio esteja viva
O irmão da modelo, Arlie Moura, comentou que a notícia teve forte impacto emocional e trouxe à tona lembranças de um episódio traumático para a família. Embora tenha confirmado que o documento é realmente de Eliza, ele explicou que o surgimento do passaporte fora do país, tantos anos depois, precisa ser tratado com cautela. Para ele, é essencial entender quando e em quais circunstâncias o documento deixou o Brasil.
Arlie falou sobre a possibilidade de Eliza Samudio estar viva e afirmou não acreditar nessa hipótese, apesar das especulações. Segundo ele, as investigações conduzidas na época do crime reuniram elementos considerados consistentes sobre a morte da irmã. “A gente torce, mas, pelos fatos que foram passados na época, acho difícil de ser verdade”, disse o jovem, apontando que somente uma apuração oficial poderá esclarecer como o passaporte foi parar em Portugal e se houve perda, roubo ou outra situação ao longo dos anos.
Arlie conta que teve pouco contato com Eliza Samudio
Ao relembrar a história da família, Arlie contou que conviveu pouco tempo com Eliza. Eles chegaram a morar juntos em Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, quando ele ainda era bebê e ela tinha 14 anos. Depois, a modelo se mudou para Foz do Iguaçu e, mais tarde, para São Paulo, período em que os dois perderam contato. Hoje, Eliza Samudio teria 40 anos, e, para o irmão, qualquer nova informação sobre o caso deve ser analisada com responsabilidade, sem alimentar falsas expectativas.
