Mãe de Eliza Samudio, Sonia Moura utilizou as redes sociais na noite desta terça-feira (06) para se manifestar acerca da notícia veiculada inicialmente pelo Portal Leo Dias, sobre a localização do passaporte antigo da modelo, em Portugal. Em seu perfil oficial no Instagram, ela fez um desabafo, destacando o sofrimento que ela e familiares passam novamente em meio ao surgimento de um fato que só machuca ainda mais pela dor da perda.
Após intensa repercussão do assunto na última segunda, começaram a surgir questionamentos acerca do caso que chocou o Brasil em 2010. No longo relato feito, Sonia foi enfática ao afirmar que a filha está morta, e disse que a história divulgada ainda conta com diversos questionamentos que jamais foram respondidos. O corpo da modelo nunca foi localizado.
Perguntas sem respostas
No post, Sonia questionou o posicionamento da imprensa, apontando uma falta de sensibilidade na veiculação de fatos que não irão agregar nas investigações, e que segundo ela, só trazem mais dor e sofrimento. Enfática, ela disse que irá exigir das autoridades todas as respostas pendentes.
“A história divulgada está cheia de lacunas, coincidências e pontos que não se encaixam. Não acredito que tudo tenha acontecido de forma aleatória. Há fatos mal explicados, perguntas sem respostas e uma condução que apenas amplia a angústia de quem já vive um luto permanente. Essas lacunas não são detalhes — elas pesam, machucam e gritam por esclarecimento”, desabafou Sonia.
Goleiro Bruno e o post enigmático
Em meio ao cenário de repercussão da notícia sobre o passaporte de Eliza, o goleiro Bruno fez uma publicação no perfil do Instagram onde aparece descansando em uma cadeira, próximo a uma piscina, mexendo no celular. Na legenda do post, ele intrigou os seguidores com um “de olho no lance”, posicionamento que foi interpretado por alguns como uma indireta acerca do caso.
Por meio dos seus advogados, o ex-goleiro do Flamengo afirmou que não irá se manifestar oficialmente sobre o passaporte de Eliza ter sido localizado em Portugal. O arqueiro cumpre pena no regime semiaberto há alguns anos, depois de pagar parte da pena em cárcere privado. No julgamento do caso, ele foi sentenciado a pouco mais de 22 anos de detenção.
