A Polícia Civil do Paraná concluiu na última quinta-feira (8) o inquérito que apurava o desaparecimento de Roberto Farias Tomaz no Pico Paraná. A informação foi confirmada pelo delegado Glaison Lima, responsável pelo caso, três dias após o jovem reaparecer com vida.
Segundo ele, o trabalho da equipe teve como foco verificar se houve a prática de algum crime relacionado ao sumiço do rapaz.
Delegado fala sobre as investigações da polícia
De acordo com o delegado, a investigação incluiu a análise detalhada dos celulares de Roberto e de Thayane Smith, além da coleta de depoimentos de testemunhas que estiveram no local no dia do ocorrido. Após o cruzamento das informações, a polícia descartou qualquer irregularidade. “Após diversas investigações, análises de dados e informações extraídas de telefones dos envolvidos, a conclusão que chegamos é que não houve crime e nem omissão de socorro”, afirmou Glaison Lima.
O delegado também esclareceu pontos importantes sobre a dinâmica do desaparecimento. Conforme o apurado, Roberto teria passado mal durante a subida da trilha, e não na descida, como chegou a ser cogitado inicialmente. Já no retorno, ele estaria em boas condições, mas acabou ficando para trás e entrando em uma trilha equivocada, o que resultou no período em que permaneceu desaparecido.
Inquérito é concluído
Ainda segundo a polícia, os pertences de Roberto, incluindo o celular, ficaram no acampamento montado no Pico Paraná, o que explica o fato de ele não estar com o aparelho no momento em que se perdeu. Com base em todos os elementos reunidos, a Polícia Civil informou que o inquérito foi concluído de forma isenta e teve parecer pelo arquivamento, por ausência de crime.
