O desdobramento mais recente sobre o cancelamento do encontro entre o ex-goleiro Bruno Fernandes e seu filho, Bruninho Samúdio, traz à tona a versão de Maria do Carmo dos Santos, madrinha do jovem. Em áudio encaminhado ao portal LeoDias, ela rebateu as alegações da defesa de Bruno, negando veementemente que tenha criado obstáculos ou planejado uma emboscada para o ex-atleta. Maria do Carmo contestou a narrativa apresentada por Bruno, assegurando que os fatos relatados por ele não condizem com os combinados prévios.
A madrinha foi enfática ao desmentir a advogada do ex-goleiro, alegando que em nenhum momento proibiu a presença de representantes legais na reunião e que, pelo contrário, teria autorizado a participação da profissional. Além de descartar a hipótese de que o encontro fosse uma armadilha midiática, Maria do Carmo sugeriu que o interesse súbito do pai em manter contato só ocorreu após a visibilidade pública alcançada pelo adolescente, reforçando que a iniciativa da aproximação não partiu da família materna.
Versões opostas e detalhes do cancelamento
Maria do Carmo revelou que a iniciativa do contato partiu do próprio Bruno, que começou a enviar mensagens ao filho por meio do Instagram. Diante da abordagem, o adolescente sentiu-se inseguro e buscou aconselhamento com a madrinha, que o orientou a seguir seus próprios sentimentos. Ela aproveitou para elogiar o caráter do jovem, descrevendo-o como uma pessoa bondosa, humilde e sensível ao sofrimento dos outros.
Para que a reunião ocorresse, a madrinha estabeleceu apenas duas condições fundamentais: a ausência da namorada do ex-goleiro e a total exclusão da imprensa. Embora tenha mencionado a existência de uma medida protetiva, ela esclareceu que isso não foi feito em tom de ameaça.
Comunicação falhou, diz madrinha de Bruninho
O cancelamento da reunião teria sido motivado por falhas na comunicação na véspera da data marcada, o que colocou em xeque a verdadeira disposição de Bruno em ver o filho. Por fim, Maria do Carmo criticou a postura do ex-atleta, acusando-o de tentar manipular os fatos para construir uma narrativa de inocência, enquanto ele continua a alegar que busca o reencontro, mas exige garantias jurídicas para que isso aconteça.
