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Durante seus últimos cinco anos de vida, o empresário Oscar Maroni, que morreu em dezembro aos 74 anos, intensificou um perfil autoritário e inflexível na gestão do Bahamas Hotel Club, estabelecimento paulistano fundado por ele nos anos 90. Esse negócio foi marcado historicamente por controvérsias, resultando inclusive em sua prisão por exploração de prostituição e em embates jurídicos prolongados.
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