Vídeo mostra buscas em Bacabal após suspeita de sucuri levar crianças

Equipes percorrem rios e matas; vídeo mostra mergulhos e reforça suspeita de ataque de cobra gigante.

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Duas crianças desapareceram no município de Bacabal, no Maranhão, no dia 4 de janeiro de 2026, e mobilizam equipes de resgate há mais de dez dias. Ágatha Isabelle, de 6 anos, e Allan Michael, de 4, sumiram após saírem para brincar em uma área próxima ao quilombo de São Sebastião dos Pretos. Desde então, bombeiros, policiais e voluntários percorrem rios, lagos e matas da região em busca de pistas.

O caso ganhou repercussão nacional pela complexidade das buscas e pelo cenário em que ocorreu. A região é marcada por áreas alagadas e de difícil acesso, o que tem exigido operações terrestres, aéreas e subaquáticas. A Marinha do Brasil também foi acionada para reforçar os trabalhos, utilizando equipamentos de varredura em águas turvas.

Sucuri no centro das buscas

Durante as operações, moradores relataram a presença frequente de cobras sucuris nos lagos e rios próximos ao local do desaparecimento. Um deles afirmou que o animal poderia estar envolvido no sumiço das crianças, já que a região é conhecida por abrigar exemplares de grande porte. A hipótese passou a ser considerada pelas equipes, que intensificaram as varreduras em áreas de maior risco.

As buscas incluem mergulhos no Lago Limpo e inspeções no Rio Mearim. Segundo informações divulgadas, os bombeiros utilizam sonar e câmeras subaquáticas para tentar localizar qualquer sinal que ajude a esclarecer o caso. O vídeo divulgado mostra mergulhadores em ação e reforça a suspeita de ataque por sucuri, ainda não confirmada oficialmente.

Buscas continuam em Bacabal

As famílias perceberam o desaparecimento por volta das 17h do dia 4 de janeiro e acionaram imediatamente as autoridades. Desde então, as buscas não foram interrompidas. Um primo das crianças, de 8 anos, que estava com elas no momento do sumiço, foi encontrado com vida dias depois, o que reforçou a necessidade de ampliar as investigações. O trabalho segue em ritmo intenso, com apoio de diferentes órgãos de segurança e voluntários locais. A expectativa é que novas áreas sejam exploradas nos próximos dias, enquanto a comunidade aguarda respostas sobre o paradeiro das crianças e sobre a possibilidade de envolvimento de uma sucuri no desaparecimento.