ET de Varginha: novos relatos chamam a atenção da imprensa nos Estados Unidos

Supostas provas documentais tentam mostrar que o caso precisa ser investigado

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O Caso Varginha retornou ao centro do debate global após uma nova conferência realizada em Washington na última terça-feira (20). O evento reuniu depoimentos inéditos que buscam confirmar a queda de um objeto voador não identificado e o contato com seres biológicos em 1996.

O jornalista investigativo James Fox organizou a coletiva para apresentar provas documentais e relatos em vídeo sobre os incidentes ocorridos no Sul de Minas Gerais. De acordo com a organização, seis testemunhas brasileiras não puderam comparecer presencialmente devido à negativa de vistos pelos Estados Unidos.

Entre os relatos destacados está o de uma testemunha chamada Carlos, que afirma ter visto a queda de uma nave em formato de charuto em uma área rural. Ele descreveu um forte cheiro de amônia no local e a rápida intervenção de militares que isolaram o perímetro sob ameaça de armas.

Detalhes das testemunhas e intervenção militar

A conferência exibiu novamente o depoimento de Liliane Silva, uma das três jovens que avistaram a criatura com olhos vermelhos e pele marrom. Ela reiterou que o ser parecia estar em sofrimento, embora o grupo tenha fugido do local por medo do desconhecido.

Um soldado com identidade preservada relatou ter participado do transporte de uma das entidades capturadas pelas forças de segurança brasileiras. Segundo seu depoimento, militares norte-americanos assumiram o controle da operação e encaminharam o material biológico para um destino ignorado.

Desdobramentos políticos e médicos em Washington

Um médico legista não identificado apresentou informações sobre a autópsia do policial militar Marco Eli Chereze, falecido misteriosamente após o contato com o ser. O relato reforça a tese de que a morte do agente estaria ligada a uma infecção desconhecida contraída durante a captura.

O deputado republicano Eric Burlison encerrou o evento pedindo que a população pressione o Congresso dos Estados Unidos por mais transparência. O parlamentar afirmou que existe um dever institucional de investigar as alegações caso os depoimentos apresentados sejam comprovados como verdadeiros.