Após 20 dias de buscas intensas, os irmãos Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, seguem desaparecidos em Bacabal, no Maranhão. Desde 4 de janeiro, quando foram vistos pela última vez, uma força-tarefa percorreu mais de 200 quilômetros em operações por terra e por água, enfrentando áreas de mata fechada e de difícil acesso.
Mais de mil pessoas, entre agentes estaduais, federais e voluntários, participaram das ações em um esforço conjunto para localizar as crianças. Agora, as buscas entram em uma nova fase, mais direcionada e baseada na investigação policial.
Mudança em busca por crianças desaparecidas no Maranhão
Essa mudança ocorre após a conclusão da varredura completa das áreas previamente mapeadas, que não revelou qualquer vestígio ou pista sobre o paradeiro de Ágatha e Allan. A decisão permite que a ação de campo seja mais estratégica, concentrando esforços em indícios que possam surgir durante o trabalho investigativo.
Caso novos sinais ou informações sejam obtidos, as equipes de campo podem retornar às regiões de mata para aprofundar as buscas. A flexibilidade da operação garante que nenhuma pista relevante seja negligenciada, aumentando as chances de localizar os irmãos.
A base operacional da força-tarefa permanece no quilombo São Sebastião dos Pretos, na zona rural de Bacabal, local onde as crianças moravam e foram vistas pela última vez. O ponto central serve como coordenação das ações e apoio logístico para os profissionais envolvidos.
Operação intensificada
A operação conta com a integração da Polícia Civil do Maranhão, do Exército Brasileiro e da Marinha, além do uso de drones para monitoramento aéreo da região. O emprego de tecnologia e a atuação coordenada das forças de segurança visam ampliar a eficiência das buscas e garantir uma resposta rápida caso surjam novas informações.
