Uma mulher residente em Claremont, na Califórnia, investiu a quantia de 50 mil dólares para realizar a clonagem de seu falecido cão de estimação. A tutora Venessa Johnson decidiu pelo procedimento após a morte de Oliver, um shih tzu que a acompanhou por onze anos.
De acordo com informações publicadas pelo tabloide Daily Mail, a motivação surgiu da dificuldade em aceitar a perda do animal por insuficiência renal. O alto valor desembolsado permitiu o início de um processo laboratorial complexo para tentar replicar geneticamente o companheiro.
A experiência foi marcada por uma sucessão de desafios técnicos e emocionais que duraram meses. O método exigiu três tentativas distintas para que o material genético resultasse em uma gestação bem-sucedida.
Os desafios da clonagem de Oliver
O ciclo de tentativas gerou um desgaste psicológico significativo na tutora devido às sucessivas falhas relatadas ao Daily Mail. Foram necessários onze meses de espera até que o novo filhote finalmente nascesse no laboratório.

Batizado de Ollie, o novo cão trouxe à tona a percepção de que a carga genética não substitui a convivência anterior. Johnson percebeu que cuidar de um filhote demanda uma energia muito diferente daquela dedicada a um animal idoso.
Reflexões sobre o processo emocional e resultado inesperado
A tutora admitiu ao jornal britânico que a decisão foi tomada em um momento de profunda vulnerabilidade causada pelo luto. Atualmente, ela questiona se teria seguido com o projeto caso tivesse aguardado o tempo natural de aceitação da perda.
A realidade prática do cotidiano com o clone revelou que a personalidade e as memórias não podem ser replicadas por tecnologia. Venessa Johnson deixou claro que não pretende recorrer à clonagem de animais novamente.
