Vício de Chaiany exposto no BBB26 é prejudicial à saúde e pesquisa comprova danos

Chaiany conversa com Leandro no Big Brother Brasil 26 e conta qual é o seu vício.

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Leandro Rocha chamou a atenção de Chaiany Andrade no BBB26 ao comentar sobre o consumo excessivo de cigarros tradicionais e eletrônicos. Na tarde desta sexta-feira (30), o professor demonstrou preocupação com a frequência do hábito da sister e levantou um alerta relacionado à saúde e às responsabilidades pessoais da participante fora do reality da Globo.

O tema surgiu durante uma conversa descontraída na área externa do confinamento. Leandro questionou se Chaiany já mantinha o mesmo ritmo de consumo antes de entrar no programa. A sister explicou que o hábito já existia, mas era concentrado principalmente no uso de cigarro eletrônico, conhecido como pod, antes do confinamento.

Chaiany e Leandro falam sobre vício no BBB26

Diante da resposta, o brother reforçou seu ponto de vista ao destacar os riscos do tabagismo em excesso. Ele ressaltou que o cuidado com a saúde é essencial, principalmente considerando que Chaiany é mãe, o que tornaria ainda mais importante a atenção com esse tipo de comportamento dentro e fora do jogo.

Pesquisa comprova danos à saúde

Um estudo realizado em São Paulo trouxe um alerta importante sobre o uso de cigarros eletrônicos: usuários de vapes apresentam maior dependência de nicotina quando comparados a fumantes de cigarros convencionais. A conclusão faz parte da pesquisa Dependência de Nicotina em um Mercado Proibido, que analisou biomarcadores em consumidores desses dispositivos no Brasil.

Os resultados da pesquisa mostraram uma relação direta entre a dependência relatada pelos usuários e as altas concentrações de nicotina e cotinina na saliva. Outro ponto que chama atenção é a constatação de que níveis elevados de nicotina não dependem do tempo de uso, o que significa que até iniciantes podem apresentar risco de intoxicação.

Pesquisas anteriores do InCor reforçam esse cenário preocupante: pessoas que utilizam cigarros eletrônicos de forma regular podem apresentar níveis de nicotina até seis vezes maiores do que fumantes que consomem cerca de 20 cigarros tradicionais por dia.