A morte de Miguel Abdalla Netto, tio de Suzane von Richthofen, gerou novas movimentações envolvendo o patrimônio de aproximadamente R$ 5 milhões deixado pelo médico em São Paulo, São Paulo. Segundo informações publicadas pela colunista Fábia Oliveira, do portal Metrópoles, Suzane adotou medidas imediatas para proteger os bens logo após o falecimento do familiar.
De acordo com a reportagem, a ex-detenta ordenou que o portão da residência de Miguel, situada no bairro Campo Belo, fosse devidamente soldado. A ação teria ocorrido após o imóvel sofrer uma invasão que resultou em diversos prejuízos materiais no local.
Além da intervenção na propriedade, Suzane teria providenciado a retirada de um veículo de luxo avaliado em mais de R$ 120 mil. O automóvel foi transportado para um local seguro com o intuito de preservar o espólio deixado pelo falecido.
Movimentações patrimoniais e ausência de testamento
Conforme revelado pela coluna True Crime, do jornal O Globo, uma consulta ao Colégio Notarial do Brasil confirmou que Miguel não deixou testamento registrado. Diante da ausência de um documento de partilha em vida, o destino da herança será definido conforme o rito processual do inventário judicial.

Até o presente momento, o Poder Judiciário não emitiu uma decisão definitiva sobre quem será o beneficiário final dos ativos financeiros e imobiliários. A documentação apresentada pelas partes interessadas segue sob análise das autoridades competentes para a devida distribuição legal.

Repercussão negativa e críticas nas redes sociais
A notícia das movimentações realizadas por Suzane von Richthofen provocou uma forte onda de críticas e reações negativas em diversas redes sociais. No perfil Choquei, no Instagram, milhares de internautas manifestaram indignação e publicaram comentários irônicos ligando as ações atuais ao histórico criminal da herdeira.

Muitos usuários utilizaram as plataformas digitais para questionar a moralidade do acesso aos bens e levantaram suspeitas especulativas sem evidências jurídicas. Enquanto alguns perfis debatiam os aspectos técnicos da lei de sucessão, a maioria das mensagens focou em críticas severas sobre o aproveitamento do patrimônio familiar.
