A investigação sobre a morte do cachorro Orelha avançou nesta semana com o retorno ao Brasil de dois adolescentes apontados como suspeitos no caso. Eles desembarcaram no país na quinta-feira (29), após uma viagem escolar aos Estados Unidos, previamente programada, segundo informações das famílias e da polícia.
Ainda no aeroporto, os investigadores cumpriram mandados de busca e apreensão e recolheram os telefones celulares dos adolescentes. O material foi encaminhado à Polícia Científica, que agora trabalha na extração e análise completa dos dados armazenados nos aparelhos.
Delegado fala sobre investigação
O delegado Renan Balbino explicou a importância dessa etapa do processo. Segundo ele, a Polícia Científica “está realizando a extração de todas as informações dos quatro aparelhos” com o objetivo de encontrar informações. A expectativa é que mensagens, imagens ou registros de localização ajudem a esclarecer o caso.
Pai de adolescente ouvido pelo Fantástico
O Fantástico também ouviu o pai de um dos adolescentes investigados, que defendeu a apuração rigorosa dos fatos. “Se ele fez alguma coisa e ficar provado, ele tem que responder”, afirmou, destacando que a família deseja justiça, mas também cobra provas concretas antes de qualquer condenação pública.
A polícia reforça que, por se tratar de menores de idade, as identidades dos suspeitos seguem protegidas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. Enquanto isso, os investigadores continuam reunindo peças do quebra-cabeça para esclarecer o que aconteceu com Orelha e responsabilizar eventuais envolvidos na medida de sua culpabilidade.
