Jovem relata noite com Roberto no Pico Paraná, mostra prints e faz acusações: ‘Usuário de…’

Em vídeo, Thayane diz que dormiu ao lado do rapaz para se aquecer, nega abuso e justifica descida sozinha como medida de sobrevivência.

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Thayane Smith divulgou um novo pronunciamento no último domingo (01) detalhando os acontecimentos durante a trilha no Pico Paraná, ocasião em que Roberto Farias Thomaz desapareceu e permaneceu cinco dias na mata. No relato publicado em seu perfil no Instagram, a jovem afirmou que levou um pacote com oito preservativos para a viagem, pois havia uma expectativa de intimidade consensual durante o acampamento. Contudo, ela enfatizou que a relação não se concretizou e refutou categoricamente as especulações sobre assédio ou qualquer tipo de violência sexual durante o período em que estiveram juntos na montanha.

A jovem descreveu a diferença no planejamento logístico entre os dois, ressaltando que portava itens adequados como barraca e alimentos enlatados, enquanto Roberto teria levado apenas mantimentos leves, como biscoitos e salgadinhos. Essa disparidade teria contribuído para a sensação de insegurança ao longo do trajeto. Sobre a relação interpessoal, Thayane admitiu o interesse prévio, mas explicou que a situação se tornou frustrante durante a subida. “Não vou mentir: eu fui com o intuito de relaxar meu corpo. Mas foi totalmente broxante”, declarou. Ela assegurou que o rapaz manteve uma conduta respeitosa, afirmando: “Em nenhum momento ele chegou com safadeza pra cima de mim. Não tentou me atiçar, nem nada”.

Relato sobre a noite no cume e limites impostos

Durante a noite no Acampamento 1, as condições climáticas adversas, marcadas por chuva e frio intenso, levaram os dois a dormirem próximos para manter o aquecimento corporal. Thayane relatou que, por estar com as roupas molhadas, precisou se trocar na frente do companheiro, mas estabeleceu limites físicos claros para aquele momento de proximidade. “No máximo, põe a sua mão só na minha cintura”, teria dito ela ao rapaz. Em resposta a questionamentos sobre possíveis agressões, ela reiterou a ausência de qualquer ato forçado ou violência íntima. “Ele não me tocou, não tentou me estuprar, não tentou nada forçado comigo”, garantiu a jovem no vídeo.

A descida foi marcada pelo mal-estar físico de Roberto, que apresentou vômitos e sinais visíveis de exaustão, embora não tenha pedido ajuda diretamente. Thayane afirmou que alertou outros trilheiros sobre a condição dele: “Eu voltei e falei: ‘O Roberto tá passando mal lá atrás’”. Segundo o relato, a decisão de seguir adiante sozinha foi tomada com base na escassez crítica de recursos, como falta de água e comida, além do instinto de autopreservação. “O que passou na minha mente foi: eu vou me salvar”, explicou. Ela disse ter aguardado no acampamento por mais de uma hora antes de descer, após ser alertada por terceiros de que o jovem provavelmente havia se perdido na trilha.

Acusações contra Roberto

Nos vídeos e textos, Thayane passou a fazer acusações diretas, dizendo que Roberto seria usuário de drogas ilícitas e de bebidas alcoólicas em excesso. Ela escreveu que ele seria “usuário de cachaça, maconha, cocaína e drogas alucinógenas”, questionando por que deveria guardar silêncio sobre o que afirma saber. As declarações foram feitas sem apresentação de provas documentais além de prints divulgados por ela mesma.