O caso de morte do cão Orelha gerou uma forte comoção nacional nos últimos dias. Mergulhada nas investigações do caso, a Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) chegou ao término da apuração do crime, com um moletom e o sinal do GPS auxiliando na identificação do adolescente apontado como principal suspeito pela ação contra o animal.
Segundo o que foi relatado pelas autoridades, imagens divulgadas no programa Domingo Espetacular, da TV Record, foram de extrema importância no processo de conclusão do caso, que agora ganhará a esfera judicial, com os responsáveis sendo sentenciados.
Moletom e GPS decisivos
No relatório divulgado, a Polícia Civil revelou que o jovem indiciado pelo crime de morte do cachorro apareceu em imagens de câmeras de segurança na madrugada do dia 4 de janeiro, estando acompanhado de uma outra adolescente. O suspeito trajava o mesmo moletom encontrado no dia em que ele retornou dos Estados Unidos.
Nos bastidores, se desconfia que um familiar teria supostamente escondido um boné de cor rosa, pertencente ao suspeito. Um membro da família disse que o adolescente teria adquirido a peça no exterior, mas foi desmentido pelo próprio suspeito.
A Polícia Civil ainda constatou, via software francês, que o jovem tinha localização compatível com o passo a passo do crime. O episódio teria ocorrido por volta das 5h25 da manhã, período que coincide com a saída dele de um condomínio na Praia Brava.
Internação solicitada
Tendo retornado ao Brasil após viagem aos Estados Unidos, o adolescente suspeito foi alvo de um pedido de internação, depois da conclusão das investigações por parte das autoridades. O processo segue em curso, e as provas coletadas nos aparelhos de celulares e em outras esferas devem ser anexadas no inquérito.
Em contato com o site ND+, a defesa do jovem classificou que as informações repassadas pela Polícia Civil configuram elementos meramente circunstanciais, que não caracterizam provas reais contra o suspeito do crime.
