Os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, realizados em Milão e Cortina, na Itália, começaram na última sexta-feira (6) e reúnem cerca de 2,9 mil atletas de mais de 90 países, distribuídos em 116 provas. Apesar do prestígio esportivo, a competição não é financeiramente vantajosa para a maioria dos participantes, devido aos altos custos com viagens, equipamentos e treinamentos especializados.
Entre os atletas que fogem à regra está Eileen Gu, considerada a esportista mais bem paga dos Jogos de Inverno de 2026. A esquiadora de estilo livre, nascida nos Estados Unidos e representante da China, acumulou cerca de US$ 23 milhões nos últimos 12 meses, segundo a Forbes, impulsionada por contratos publicitários e prêmios esportivos.
Salário de atletas dos Jogos Olímpicos de Inverno 2026
No hóquei no gelo, o maior destaque financeiro é Auston Matthews, centro do Toronto Maple Leafs e integrante da seleção dos Estados Unidos. De acordo com a Forbes, o atleta somou mais de US$ 20 milhões em ganhos recentes, sendo aproximadamente US$ 15 milhões em salário pago pelo clube e cerca de US$ 5 milhões provenientes de contratos com marcas como Nike, Prime, Uber Eats e Mito Red Light.
Outro nome de peso é Lindsey Vonn, esquiadora americana de 41 anos, que disputa sua quinta edição dos Jogos Olímpicos de Inverno. Com patrocínios de empresas como Delta Air Lines, Land Rover e Rolex, ela registra uma renda anual estimada em US$ 8 milhões, conforme levantamento da Forbes.
Pagamento milionário em meio a competição e ação publicitária
Já a snowboarder Chloe Kim, de 25 anos, participa de sua terceira Olimpíada de Inverno e possui ganhos anuais estimados em US$ 4 milhões. O patinador artístico Ilia Malinin, de 21 anos, ainda em início de carreira, construiu um portfólio sólido após o ouro no Mundial de 2024 e recebe cerca de US$ 700 mil por ano com patrocínios de marcas como Coca-Cola, Samsung e Honda.
