Luto no jornalismo: quem era Flávia Bacelar, jornalista de 31 anos, vítima de um câncer agressivo

Profissional atuava em agência digital e recebeu homenagens de amigos e colegas de trabalho após partida na capital piauiense.

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A jornalista Flávia Morena de Area Leão Bacelar faleceu aos 31 anos, na noite de quinta-feira (12), em Teresina. Graduada em comunicação social pela Universidade Federal do Piauí (UFPI) em 2017, a profissional construiu sua trajetória atuando como repórter e assessora de comunicação na capital piauiense. O falecimento ocorreu no Hospital de Terapia Intensiva (HTI), na Zona Sul da cidade, e o sepultamento foi realizado na sexta-feira (13).

Flávia exercia a função de diretora criativa na agência digital Global Monster. A empresa manifestou profundo pesar pela perda da colaboradora, destacando o impacto de sua ausência entre a equipe. Nas plataformas digitais, a organização comunicou o ocorrido e ressaltou que aquela seria a publicação mais dolorosa já realizada em seus perfis oficiais, evidenciando o carinho e a admiração que todos nutriam pela colega de trabalho durante sua jornada profissional.

Repercussão na agência onde atuava

Em nota oficial, a agência enfatizou a importância da profissional para o time e a tristeza do momento. “O post mais triste que já fizemos, mas que ainda carrega o brilho do sorriso de Flávia Bacelar, alguém querida por todos nós. Hoje nos despedimos de quem esteve ao nosso lado e fez parte da nossa história”, publicou a empresa. Maíra Gaé, diretora criativa e colega, também se pronunciou para se despedir da profissional.

A comoção se estendeu a amigos e antigos colegas de faculdade, que prestaram diversas homenagens nas redes sociais. O fotógrafo Gabriel Paulino compartilhou uma colagem de imagens com um girassol, flor frequentemente associada à jornalista. Já a apresentadora e repórter Glenda Uchôa expressou sua dor diante da notícia inesperada e da rapidez dos acontecimentos.

Homenagens de amigos e colegas

Outro colega de turma, o jornalista Roberto Araújo, rememorou características marcantes da personalidade da assessora, afirmando que jamais esquecerá a “voz doce e o jeitinho meigo” de Flávia. A unidade de saúde onde a jornalista estava internada ainda não havia divulgado detalhes adicionais sobre a evolução do quadro clínico que levou ao falecimento. A partida precoce da comunicadora mobilizou a classe jornalística local, que segue prestando solidariedade aos familiares e amigos próximos neste momento de luto.