A cantora Ivete Sangalo precisou ser internada em Salvador após ser diagnosticada com um quadro de infecção intestinal. Através de suas redes sociais, a artista relatou que o problema de saúde resultou em um episódio de desidratação severa, ocasionando queda de pressão arterial e um desmaio. Durante a perda de consciência, Ivete sofreu uma queda que resultou em um ferimento na região do supercílio, exigindo cuidados médicos imediatos para a estabilização do quadro clínico e tratamento dos sintomas apresentados pela enfermidade.
O episódio serviu de alerta para a gravidade que casos de gastroenterite podem assumir rapidamente quando não tratados de imediato. A cantora descreveu a infecção como “bem violenta”, destacando que passou a noite com diarreia intensa, o que acelerou a perda de líquidos corporais essenciais. A internação hospitalar foi necessária para realizar a reposição de fluidos por via venosa, além de permitir o monitoramento constante da pressão arterial e da frequência cardíaca pela equipe de saúde, garantindo que não houvesse complicações adicionais decorrentes do colapso circulatório momentâneo.
Riscos da desidratação e sintomas de alerta
Especialistas explicam que a infecção intestinal, geralmente causada por vírus, bactérias ou parasitas, provoca inflamação e perda acelerada de nutrientes. Os sintomas podem evoluir de forma rápida. Diarreia intensa e repetida pode fazer com que o organismo perca sais minerais e água. Essa carência aguda de eletrólitos pode levar a tonturas, fraqueza extrema e síncopes, especialmente se a reposição hídrica não for realizada na mesma proporção das perdas, afetando tanto adultos quanto crianças e idosos.
A recuperação exige medidas específicas para restabelecer o equilíbrio do organismo e evitar o agravamento da condição. Sinais como boca seca, diminuição do volume urinário, visão turva ao levantar e sonolência excessiva indicam que a desidratação pode estar atingindo níveis críticos. Nestes casos, a busca por auxílio hospitalar torna-se indispensável para evitar consequências mais sérias, como o choque hipovolêmico decorrente da baixa circulação sanguínea.
Prevenção contra contaminação por alimentos e água
Para evitar novos episódios de contaminação gastrointestinal, a prevenção deve focar na higiene rigorosa e no cuidado com a procedência do que é consumido. A transmissão ocorre frequentemente através de água ou alimentos contaminados, além da falta de higienização adequada das mãos após o uso do banheiro. Recomenda-se lavar bem frutas e verduras, consumir água filtrada ou tratada e evitar alimentos crus ou malpassados em locais de higiene duvidosa. A adoção dessas práticas cotidianas reduz significativamente a exposição a agentes patogênicos causadores de distúrbios intestinais.
