EUA e Israel matam aiatolá Ali Khamenei e mergulham o Oriente Médio no caos; entenda

Ataque histórico elimina líder supremo do Irã e acende alerta máximo em conflito de dimensão sem precedentes.

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Estados Unidos e Israel realizaram ataques coordenados com mísseis contra o Irã, atingindo estruturas militares estratégicas e matando o aiatolá Ali Khamenei. A ação, segundo Donald Trump, buscou impedir o avanço nuclear iraniano. Em rede social, o presidente afirmou que Khamenei era “uma das pessoas mais malignas da História” e voltou a pedir que o povo iraniano derrube o regime. A TV estatal confirmou a morte horas depois e decretou 40 dias de luto.

O ataque elevou instantaneamente o risco geopolítico global. O Irã respondeu com mísseis e drones contra bases dos EUA e aliados no Golfo, incluindo Emirados Árabes Unidos, Catar e Arábia Saudita. Israel também foi alvo. Autoridades iranianas prometeram ampliar a retaliação, enquanto o Comando Central dos EUA afirmou ter atingido centros de comando da Guarda Revolucionária.

Sucessão no Irã e ameaça ao Estreito de Hormuz

Sem sucessor anunciado, a escolha do novo líder caberá à Assembleia de Especialistas. Até lá, um conselho interino assumirá funções estratégicas. Em meio à transição, Teerã intensificou ameaças no Estreito de Hormuz, área vital para o transporte global de energia, e alertou que nenhum navio americano tem permissão para entrar no Golfo Pérsico.

Os reflexos já atingem os mercados. O Brent avançou e se aproxima de US$ 80, segundo análise da Bloomberg Intelligence, enquanto a Opep+ discute ampliar a produção. O Bitcoin subiu mais de 2% após a confirmação da morte de Khamenei, mas devolveu parte dos ganhos.

Congresso dividido e mundo em alerta

Companhias aéreas suspenderam voos no Golfo após ataques atingirem áreas próximas a aeroportos. Nos EUA, o Congresso reage de forma polarizada: republicanos apoiam a ofensiva, enquanto democratas querem limitar o poder presidencial para novos ataques. O temor agora é de uma escalada prolongada, com impacto direto em energia, dólar e estabilidade global.