Michelle lamenta decisão de Alexandre de Moraes e defende Jair Bolsonaro: ‘Você é forte e corajoso’

A ex-primeira-dama usou as redes sociais para criticar a negativa do ministro Alexandre de Moraes ao pedido de prisão domiciliar humanitária.

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Nesta segunda-feira, 2 de março, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro manifestou-se por meio de suas redes sociais para expressar pesar diante da negativa do ministro Alexandre de Moraes, do STF, ao pedido de prisão domiciliar humanitária feito pela defesa de Jair Bolsonaro. Ao lamentar a decisão, Michelle afirmou: “Muito triste toda essa injustiça! Dias difíceis. Não perdi a fé e creio que tudo está no controle de Deus e que não há mal que dure para sempre. O meu bem tem um desígnio aqui na Terra, e tudo isso faz parte do processo”.

Em continuidade ao seu desabafo, ela demonstrou apoio ao marido ao declarar: “O que ele está vivendo hoje não muda o que Deus já preparou para o seu futuro. O amanhã pertence somente a Deus, e Ele continua escrevendo a sua história, meu amor”.

Apoio e fidelidade

A ex-primeira-dama finalizou sua mensagem com palavras de incentivo e fidelidade, assegurando: “Vamos vencer! Você é forte e corajoso! Eu te amo e estarei ao seu lado, sempre”. Diante do indeferimento do pedido, o ex-presidente permanece detido na Papudinha, no Distrito Federal, onde cumpre uma pena total de 27 anos e 3 meses.

Bolsonaro critica ataques de aliados e defende Michelle

Em uma carta redigida na prisão e veiculada pelo UOL, o ex-presidente Jair Bolsonaro manifestou apoio à sua esposa, Michelle Bolsonaro, diante do anúncio de que ela concorrerá a uma vaga no Senado pelo Distrito Federal.

No documento, o ex-mandatário expressou sua insatisfação com os ataques vindos de alas da própria direita, ressaltando que lamenta as críticas direcionadas a aliados e à sua companheira por parte daqueles que compartilham de seus ideais conservadores. A veracidade da mensagem, elaborada no último sábado e repassada a um visitante, recebeu confirmação oficial tanto da equipe de Michelle quanto de membros do Congresso ligados ao político.