A música brasileira sofreu uma dura perda neste final de semana. Faleceu na madrugada deste domingo (08) o músico Marcelo Pretto, membro do grupo Barbatuques. Ele tinha 58 anos e estava internado em uma unidade hospitalar de Moema (SP), não resistindo a um quadro de complicações de diabetes. Ele também era cantor e compositor, sendo figura importante na área.
Conhecido como Mitsu, o profissional se encontrava internado no Hospital Alvorada, na Zona Sul da capital paulista. O óbito foi confirmado pelo grupo, em nota emitida à imprensa e seguidores nas redes sociais. Pretto foi hospitalizado no último dia 18 de fevereiro, após apresentar um cenário de convulsões, infecção e parada cardíaca, tendo sido intubado e sedado. No ano passado, o artista já havia sido internado para a amputação do pé, já por complicações do quadro clínico contra a doença.
Grupo se despede
Em publicação feita na web, o Barbatuques lamentou a partida precoce de Pretto, destacando o legado que o profissional deixa para a música.
“Marcelo deixa um legado artístico imenso, que vai muito além de sua participação no Barbatuques. Pesquisador da música e das manifestações culturais populares da música brasileira, Mitsu foi uma fonte de inspiração para nós”, pontuou o grupo em nota emitida. Até o fechamento desta matéria, não havia informações acerca da data e horário das cerimônias de velório e sepultamento do cantor.

Trajetória conhecida
Além de músico, Mitsu era compositor, pesquisador e cantor. O artista foi um dos nomes mais importantes para a construção musical do Barbatuques, grupo que foi pioneiro na utilização de percussão corporal, tendo sido fundado no início da década de 1990. O artista se notabilizava pela voz e presença de palco, ganhando projeção internacional, principalmente pelo fato de ceder trilhas para cinema, espetáculos e projetos de educação.
