O senador Marcos Pontes revelou publicamente os valores que um profissional que trabalha para a Nasa, a prestigiada Agência Espacial dos Estados Unidos, pode receber ao longo da carreira. Ele tem total propriedade para falar sobre o assunto, uma vez que já trabalhou diretamente para a agência norte-americana atuando como astronauta, tendo feito história ao ter sido o primeiro brasileiro da história a voar em direção ao espaço.
Segundo ele, os vencimentos dentro da instituição espacial podem variar bastante, iniciando geralmente na casa dos 60 mil dólares a 80 mil dólares. Contudo, à medida que o astronauta vai progredindo em sua carreira, os vencimentos igualmente vão o acompanhando, podendo atingir valores altíssimos que podem alcançar até mesmo a casa dos 180 mil dólares por ano (aproximadamente R$ 960 mil).
Longa trajetória acadêmica e treinamento rigoroso
Para chegar até a Nasa, Marcos Pontes percorreu um longo trajeto por meio dos estudos. Hoje senador da República, ele é formado em Administração Pública pela Força Aérea Brasileira, além de ser formado em Ciências Aeronáuticas e Engenharia Aeronáutica pelo Instituto Tecnológico da Aeronáutica, além de ter mestrado e doutorado em engenharia de sistemas.
Os detalhes foram expostos pelo senador da República em entrevista concedida para o jornalista Marlon Lourenço, que é especializado em entrevistar profissionais de diferentes setores e categorias profissionais. Durante a conversa, ele explicou que, depois de ser escolhido como o representante do Brasil para uma missão internacional por meio de um processo seletivo público, ainda passou por uma rigorosa etapa de treinamentos, com dois anos de duração, até que finalmente pudesse se tornar um astronauta de verdade.
O conselho materno e o grande sonho político
Ao fim da entrevista, Marcos Pontes relembrou de um forte conselho que recebeu de sua mãe quando voar para o espaço para ele ainda era apenas um sonho de garoto. “Ela sempre dizia: ‘Estude, trabalhe, persista e sempre faça mais do que esperam de você. Assim você chega onde quiser’. Eu saí de lá sendo filho de um faxineiro, consegui ir ao espaço, fui ministro, hoje sou senador da República e também embaixador da ONU para desenvolvimento industrial. E, se Deus quiser, um dia ainda vou ser presidente do Brasil”, cravou ele.
