A investigação sobre a morte do empresário Adalberto Amarílio Júnior ganhou novos desdobramentos na quinta-feira (26), em São Paulo. Nove meses após o crime, a Polícia Civil realizou diligências com o objetivo de esclarecer o caso, que segue sem solução e sem presos até o momento.
Durante a operação, agentes cumpriram mandados de busca e apreensão e recolheram celulares que serão analisados pela perícia. Além disso, testemunhas foram ouvidas na sede do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), responsável pela condução do inquérito que apura as circunstâncias da morte.
Desaparecimento e morte de Adalberto
Adalberto desapareceu no dia 30 de maio de 2025, após participar de um evento de motociclismo no Autódromo de Interlagos. O corpo foi encontrado na segunda-feira, dia 3 de junho, três dias depois, em uma área em obras dentro do complexo. A forma como a vítima foi localizada chamou atenção dos investigadores, já que ele estava dentro de um buraco profundo e sem parte das roupas.
Segundo a apuração, a principal linha de investigação aponta para uma possível discussão após o empresário acessar uma área restrita do kartódromo. A suspeita é de que ele tenha sido morto e, posteriormente, colocado no local onde foi encontrado. A causa da morte foi identificada como asfixia, embora ainda não esteja claro o mecanismo exato utilizado.
Polícia faz análise de dados
A polícia também analisa dados extraídos de aparelhos eletrônicos, incluindo celulares e computadores, com o auxílio de tecnologia especializada. O objetivo é identificar possíveis envolvidos e esclarecer o que aconteceu naquela noite. Mesmo após meses de investigação, o caso segue cercado de dúvidas e continua sendo tratado como prioridade pelas autoridades.
