Coronel apagou mensagens sobre divórcio do celular da PM Gisele enquanto ela agonizava com tiro na cabeça

Perícia identificou que o aparelho da soldado foi manuseado minutos após o crime, contradizendo a versão inicial do marido.

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A investigação conduzida pela Polícia Civil sobre o falecimento da soldado da Polícia Militar Gisele Alves Santana revelou que o aparelho celular da vítima foi desbloqueado e manuseado minutos após ela ser atingida por um disparo na cabeça. O principal suspeito é o seu marido, o tenente-coronel Geraldo Neto, que foi preso preventivamente e tornou-se réu por crime contra mulher e fraude processual.

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