Eduardo Bolsonaro responde em tom duro a Nikolas e diz: ‘aceitar ser humilhado’

Declarações nas redes revelam bastidores, cobranças e possível racha político na direita.

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O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) se manifestou nesta terça-feira (7/4) sobre os rumores de um atrito com o deputado Nikolas Ferreira (PL). A reação ocorreu após questionamento do jornalista Rodrigo Constantino na rede X, onde Eduardo decidiu abordar o tema publicamente.

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Na publicação, Eduardo relembrou que Nikolas teria construído sua base eleitoral com apoio do bolsonarismo e destacou que o conhecia desde antes da vida política. Ele afirmou que acompanhou a trajetória do parlamentar mineiro, mencionando que esteve presente em momentos importantes, como durante a campanha em Belo Horizonte e em agendas pelo interior de Minas Gerais promovendo seu nome.

Resposta direta e tom de confronto

Apesar do apelo por unidade, Eduardo adotou um tom crítico ao reagir ao que considera ataques. Ele indicou que não aceitaria ser exposto ou desrespeitado publicamente sem resposta, afirmando que esse tipo de comportamento poderia se repetir caso não houvesse reação. Também sugeriu que críticas feitas nas redes seriam seguidas por tentativas de bloqueio para evitar o debate direto.

“Não queria seguir neste ponto, mas não posso aceitar ser humilhado. Então aqui vai, se Deus quiser, meu último comentário sobre este assunto”, escreveu.

A declaração reforça o clima de tensão entre figuras relevantes do mesmo campo político, ampliando a repercussão do caso nas redes sociais e entre apoiadores.

Bastidores da relação e apoio político

Eduardo também ressaltou que, ao chegar em Brasília, Nikolas teria recebido acolhimento e suporte da família Bolsonaro. Segundo ele, esse histórico de proximidade torna o atual cenário mais delicado dentro do grupo político.

Além disso, defendeu que o momento exige união entre lideranças da direita, especialmente em torno de um projeto nacional. Na sua avaliação, nomes influentes deveriam concentrar esforços em fortalecer candidaturas estratégicas, como a de Flávio Bolsonaro, mesmo diante de interesses individuais.