Após o falecimento de Carlos Filhar na última terça-feira (7), o influenciador Arthur Borges utilizou suas redes sociais para compartilhar um desabafo sobre a perda. Em uma declaração marcada pela emoção, ele justificou sua ausência na cerimônia de despedida do ex-companheiro e solicitou compreensão do público durante esse período difícil.
Arthur explicou que hesitou antes de se manifestar publicamente, pois sentia a necessidade de processar a dor de maneira privada, ressaltando que o desfecho trágico foi apenas o ponto final de uma história muito mais complexa do que o que foi visto externamente. Ao abordar a convivência com Carlos, o influenciador enfatizou que, embora fossem figuras públicas, o vínculo entre os dois era genuíno e passava por altos e baixos como qualquer outro envolvimento amoroso.
Relação real imperfeita
Ele admitiu que, apesar da imagem de perfeição frequentemente projetada na internet, ambos enfrentavam falhas e dilemas humanos. Arthur finalizou reforçando que, acima de qualquer boato ou teoria criada por terceiros, eles eram pessoas reais vivendo uma relação autêntica e sujeita a imperfeições.
Ao comentar sua ausência no velório, Arthur Borges esclareceu: “Eu só peço que tenham empatia, não comigo, você pode não gostar de mim, não tem problema nenhum, mas tenha empatia por ele e pela família dele. Eu não fui no velório porque eu não quis, eu não fui porque eu não podia naquele momento. Foi roubado de mim até o direito de me despedir do meu carrapatinho… eu não pude. Eu não pude”.
Apelo por respeito
Em um apelo direto, ele solicitou que as pessoas deixassem de lado eventuais antipatias pessoais para focar no respeito à memória de Carlos e ao sofrimento da família enlutada. O influenciador também aproveitou o espaço para desabafar sobre a toxicidade do ambiente digital e a crueldade dos julgamentos que recebeu. Ele assegurou que o sentimento e a conexão entre os dois eram totalmente legítimos, rejeitando qualquer acusação de que o namoro fosse uma encenação para as redes sociais. Arthur reiterou que, independentemente de opiniões externas sobre sua personalidade, a gravidade da tragédia exige decência e compaixão por parte do público.
