A morte de Tony Marcos de Souza, investigado em um caso de grande repercussão em Florianópolis, trouxe novos desdobramentos ao inquérito relacionado ao chamado caso do Cão Orelha. O empresário, de 52 anos, faleceu na madrugada desta segunda-feira (13), conforme confirmado por familiares por meio de seu advogado.
Segundo informações da defesa, Tony sofreu um infarto durante a madrugada na capital catarinense. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o velório ou o sepultamento. Ele era um dos indiciados por suposta coação de testemunha em um processo que apura a morte do animal, que gerou ampla mobilização nas redes sociais.
Investigações do caso Cão Orelha
As investigações da Polícia Civil apontaram que três adultos, ligados a adolescentes investigados no caso, teriam tentado interferir no andamento do inquérito. Entre eles estava Tony, que era tio de um dos jovens envolvidos. A suposta coação teria como alvo um porteiro de condomínio que possuía uma imagem considerada relevante para a apuração dos fatos.

O episódio envolvendo a testemunha levou à abertura de um novo inquérito, separado da investigação principal sobre a morte do cão. O indiciamento dos suspeitos ocorreu de forma paralela, ampliando a complexidade do caso e chamando a atenção das autoridades locais.
Análises do MInistério Público
De acordo com análise preliminar do Ministério Público, os conflitos entre os adultos surgiram dias após os maus-tratos e estariam relacionados a desentendimentos pessoais e à repercussão de conteúdos divulgados nas redes sociais. O caso segue em andamento e ainda depende de novos desdobramentos judiciais.
