Um menino de seis anos sofreu queimaduras de segundo e terceiro graus após um celular explodir em suas mãos na manhã de terça-feira (21), no bairro da Várzea, localizado na Zona Oeste do Recife. O acidente doméstico ocorreu enquanto o aparelho eletrônico estava conectado à tomada para recarregar a bateria. A vítima precisou de atendimento médico imediato devido à gravidade dos ferimentos causados pelas chamas que atingiram seu corpo.
Inicialmente, a criança foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da Caxangá. No entanto, a equipe médica avaliou a necessidade de cuidados mais específicos, resultando na transferência do paciente para o Hospital da Restauração (HR), situado no bairro do Derby, na região central da capital pernambucana. O boletim de saúde indica que o garoto apresenta lesões severas nos braços, nas mãos, na região do tórax e em parte do rosto.
Como o celular explode na mão da criança no Recife
De acordo com informações divulgadas pelo G1, o incidente aconteceu no momento em que o menino utilizava o dispositivo para jogar videogame, mesmo com o cabo de energia ligado à rede elétrica. A mãe do garoto relatou à imprensa local que, minutos antes do ocorrido, havia recolhido o telefone e o guardado em um local fora do alcance visual. O menino, contudo, localizou o equipamento e passou a utilizá-lo sem o conhecimento dos responsáveis.
A familiar explicou que percebeu a situação apenas quando escutou o estrondo provocado pela falha do equipamento, seguido imediatamente pelos gritos de socorro do filho. Ao chegar ao cômodo, ela constatou que o smartphone estava em chamas. O fogo gerado pela combustão da bateria se espalhou rapidamente e chegou a atingir o colchão da cama onde a vítima estava sentada durante o uso do eletrônico.
Riscos quando o celular explode conectado ao carregador
O caso registrado na capital pernambucana evidencia a dinâmica de acidentes envolvendo aparelhos eletrônicos ligados à rede elétrica durante o uso contínuo. A transferência para o Hospital da Restauração foi necessária para garantir o tratamento adequado das lesões térmicas de segundo e terceiro graus, visto que a unidade é referência nesse tipo de atendimento. As informações divulgadas não detalham a marca do aparelho telefônico envolvido na combustão, nem o estado de saúde atualizado do paciente após a internação na unidade médica do Derby.

