‘Caramelo’ de Bolsonaro morde PMs durante plantão na prisão domiciliar e dificulta monitoramento

Agentes da polícia relatam falta de estrutura e episódios inusitados com animais de estimação durante o monitoramento do ex-presidente.

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A rotina da Polícia Militar do Distrito Federal no monitoramento da prisão domiciliar de Jair Bolsonaro tem registrado situações imprevistas. A vigilância, realizada em um condomínio no Jardim Botânico, envolve a convivência com os animais da família. Durante os turnos, os profissionais relataram episódios em que foram mordidos por um cão caramelo de Bolsonaro que vive na propriedade.

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