Foi isso que teria acontecido horas antes de jovem de 18 anos atear fogo em mulher de 24 anos por ciúmes

Suspeita foi presa pela polícia de Minas Gerais e Íris não resistiu aos ferimentos depois de dias de internação.

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A família de Íris Gabriely Cândida Paulino enfrenta dias de luto e sofrimento após a morte da jovem de 24 anos, vítima de um ataque com fogo em Delfinópolis. A tragédia, que ganhou repercussão nacional, deixou marcas profundas entre parentes e amigos.

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Íris morreu no domingo (19), após ficar internada por vários dias em estado grave. O ataque ocorreu enquanto ela trabalhava no caixa de um mercado, quando foi surpreendida pela agressora, que utilizou álcool e um isqueiro para atear fogo na vítima.

Família de Íris está de luto

Desde então, a família tem se unido para enfrentar a dor da perda. Parentes descrevem a jovem como uma pessoa querida, trabalhadora e muito ligada à religião. Ela participava de missas e encontros espirituais, além de manter uma rotina próxima à família.

O caso também gerou indignação pela forma brutal como aconteceu. A suspeita foi presa e, segundo investigações iniciais, o crime pode ter sido motivado por ciúmes, o que aumentou ainda mais a revolta entre os familiares e moradores da região.

Suspeita pelo crime foi presa

Enquanto a polícia segue apurando os detalhes, a família tenta encontrar forças para lidar com a ausência de Íris. Há suspeita de que a mulher que ateou fogo em Íris tenha agido por ciúmes. Marcela Alcântara Santos, de 18 anos, foi presa. Horas antes do crime, o namorado da suspeita teria ido ao supermercado onde Íris trabalhava. Na hora de passar no caixa, ele ficou conversando com a jovem. A cena teria despertado o ciúme de Marcela, que agiu logo em seguida.