Donald Trump foi retirado às pressas do jantar anual da Associação de Correspondentes da Casa Branca, neste sábado (25), depois que tiros foram ouvidos perto do salão em Washington. O presidente dos Estados Unidos saiu escoltado pelo Serviço Secreto enquanto o público ainda tentava entender o que estava acontecendo.
Pouco antes do discurso oficial do mandatário, o evento foi interrompido pelos disparos, que causaram correria entre jornalistas, autoridades e convidados. Imagens divulgadas mostram pessoas se abaixando e procurando proteção, enquanto agentes formavam barreira em torno do líder norte-americano e da comitiva oficial.
Quem estava com Donald Trump no jantar dos correspondentes
A primeira-dama, Melania Trump, o vice-presidente J. D. Vance e o secretário de Estado, Marco Rubio, também foram escoltados em alta velocidade. O Serviço Secreto confirmou em nota que o presidente, a esposa e os demais integrantes da cúpula passam bem e que ninguém da comitiva ficou ferido durante a saída do salão.
Em meio ao tumulto, a polícia local e o Serviço Secreto isolaram a área e começaram a colher informações com testemunhas. Os disparos foram ouvidos próximos ao salão e os organizadores chegaram a discutir se o evento continuaria. A noite, marcada para reunir a imprensa que cobre o dia a dia da Casa Branca, virou tema central nos noticiários internacionais.
Trump comenta prisão de Cole Tomas Allen na Truth Social
Pouco depois, foi divulgada a identidade do detido: Cole Tomas Allen (Allen), de 31 anos, morador da cidade de Torrance, na Califórnia. Em postagem na Truth Social, Trump celebrou a prisão e falou em retomar a programação: “Que noite em Washington, D.C.. O Serviço Secreto e as forças policiais fizeram um trabalho fantástico. Agiram com rapidez e coragem. O atirador foi detido e eu recomendei que ‘o show deve continuar’, mas seguiremos inteiramente as orientações das forças policiais”.

