Tenente-coronel preso pela morte da PM Gisele tem direito a 5 refeições e 2 horas de banho de sol diários

Geraldo Neto está preso no presídio militar Romão Gomes, na zona norte de São Paulo.

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Detido no Presídio Militar Romão Gomes, o tenente-coronel Geraldo Neto segue uma rotina que inclui até cinco refeições diárias e períodos controlados fora da cela. A estrutura oferecida aos policiais militares presos segue normas específicas da Polícia Militar do Estado de São Paulo, garantindo alimentação regular e condições padronizadas dentro da unidade.

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Segundo a corporação, os internos recebem três refeições principais ao longo do dia — café da manhã, almoço e jantar — além de dois lanches complementares. Essa organização alimentar faz parte do protocolo adotado no presídio, que atende exclusivamente agentes da PM no estado.

Banho de sol todos os dias

Outro direito assegurado é o banho de sol diário, com duração de até duas horas. Esse momento representa uma das poucas oportunidades de saída da cela durante o estágio inicial do regime fechado, período em que a circulação do preso é bastante limitada dentro da unidade.

Tenente-coronel pode receber visitas

Além disso, o tenente-coronel também pode receber visitas e ter contato com advogados sem tempo determinado, conforme previsto nas normas do sistema prisional militar. A defesa acompanha o caso enquanto a Justiça analisa os desdobramentos da investigação sobre a morte da soldado Gisele Alves.

Mesmo com essa rotina estruturada, Neto permanece em uma fase considerada restritiva e sem acesso a atividades laborais internas. Apenas detentos em regimes mais avançados podem participar de tarefas como manutenção da horta ou criação de animais dentro do presídio.