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O inquérito sobre o caso Benício, menino de seis anos que faleceu em novembro de 2025 após receber dosagem incorreta de adrenalina, trouxe novos desdobramentos. A investigação revelou que a médica responsável utilizava o celular para vender maquiagem enquanto o paciente piorava na sala vermelha. A profissional negociava valores e formas de pagamento de cosméticos pelo aplicativo WhatsApp durante o período crítico do atendimento pediátrico.
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