A investigação sobre o desaparecimento das primas Stela Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes, ambas de 18 anos, ganhou um novo desdobramento após a Justiça decretar a prisão temporária de Clayton Antônio da Silva Cruz, de 39 anos. As jovens desapareceram há 17 dias depois de saírem de Cianorte, no Paraná, rumo a uma festa em Maringá. Desde então, familiares vivem dias de angústia sem notícias das duas.
Segundo a Polícia Civil, Clayton é apontado como o homem que dirigia a caminhonete preta em que as primas teriam entrado na noite do desaparecimento. O suspeito, que usaria o nome falso de Davi, é considerado foragido e já possui condenação por roubo. As autoridades afirmam ainda que ele circulava com um veículo clonado, o que passou a reforçar as suspeitas em torno do caso.
Delegado fala sobre o suspeito de envolvimento no caso das primas desaparecidas no PR
Ao se manifestar publicamente sobre o caso, o delegado Luis Fernando Alves revelou detalhes da movimentação do investigado após o sumiço das jovens. “Ele volta pra Cianorte, segundo a identificação de testemunhas, a pé, chega no local, pega a moto dele e sai da cidade”, explicou.
O delegado também afirmou que existem registros de deslocamentos atribuídos ao suspeito nos dias seguintes ao desaparecimento, incluindo uma passagem por Maringá. Enquanto as buscas continuam, as famílias seguem mobilizadas procurando respostas.
Em meio à angústia da família, a polícia segue investigando o caso
A mãe de Letycia contou que estranhou o fato de a filha não ter mais acessado o celular após sair de casa. Já os parentes de Stela relatam desespero diante da falta de informações. A Polícia Civil informou que mantém diligências sigilosas e pede que qualquer pista sobre o paradeiro de Clayton seja comunicada imediatamente às autoridades.

