Polícia mapeia novos pontos e aperta cerco em busca de primas que sumiram após convite para festa

Investigação reconstrói trajeto das jovens e força-tarefa amplia varreduras em áreas rurais do interior.

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As investigações sobre o desaparecimento das primas Letycia Garcia Mendes e Sttela Dalva Melegari Almeida ganharam força após a polícia ouvir testemunhas, familiares e amigos das jovens. Os investigadores conseguiram reconstruir os últimos passos do trio antes do sumiço no interior do Paraná. Novos pontos passaram a ser tratados como prioritários nas buscas pelas duas adolescentes.

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O caso foi classificado como prioridade máxima pelo secretário de Segurança Pública do estado, coronel Hudson Leôncio Teixeira. Equipes de diferentes setores das forças de segurança permanecem mobilizadas na tentativa de localizar as duas jovens e o suspeito Clayton Antonio da Silva Cruz, de 39 anos, conhecido entre conhecidos pelo apelido Dog Dog.

Polícia reconstrói trajeto de Letycia e Sttela após saírem para festa

Conforme a apuração, as primas deixaram Cianorte na madrugada de 21 de abril em uma caminhonete preta. O grupo passou rapidamente por Jussara, onde Sttela morava com a mãe, antes de seguir pela PR-323 em direção a Maringá. Câmeras de segurança ajudaram a identificar pontos do trajeto, e a última conexão de Sttela à internet ocorreu às 3h17 daquela madrugada, segundo o WhatsApp.

“Muitas informações chegaram por fontes anônimas e nós estamos filtrando essas informações. Nós estamos checando e mobilizando toda a força-tarefa da Secretaria de Segurança Pública, para que a gente possa fazer as buscas e a localização do suspeito”, declarou o delegado Luis Fernando Alves Silva.

Varreduras em áreas rurais marcam nova fase das buscas pelas primas

Durante o último fim de semana, policiais militares realizaram varreduras em uma área rural na região de Paranavaí, no noroeste paranaense. Apesar da operação, nenhum vestígio relacionado ao desaparecimento foi encontrado no local. A Polícia Civil reforçou o pedido de colaboração da população, com denúncias anônimas pelos telefones 181, 190 e 197.