As investigações sobre o desaparecimento das primas Stella Dalva Melegari Almeida e Letycia Garcia Mendes seguem mobilizando as forças de segurança do Paraná. As jovens de 18 anos desapareceram após saírem de Cianorte na companhia de um homem de 39 anos, apontado como principal suspeito do caso. Nesta segunda-feira (11), a Polícia Civil divulgou novas informações e confirmou que as duas estiveram em uma boate de Paranavaí antes de sumirem sem deixar rastros.
Segundo os investigadores, imagens de câmeras de segurança registraram Stella e Letycia na balada por volta de 1h09 da madrugada de 21 de abril, feriado de Tiradentes. Depois desse momento, não houve mais contato das primas com familiares ou amigos. O delegado Luís Fernando Silva afirmou que o homem que acompanhava as jovens já é conhecido pelas autoridades policiais. “Ele já é conhecido no meio policial”, disse.
Suspeito está foragido
De acordo com a Polícia Civil, o suspeito está foragido e possui mandado de prisão temporária decretado pela Justiça. As equipes trabalham com cruzamento de dados, depoimentos de testemunhas e análise de imagens para tentar localizar o investigado e esclarecer o que aconteceu após a saída da boate. O caso ganhou ainda mais repercussão após a polícia confirmar que buscas foram realizadas em áreas rurais da região de Paranavaí.
As operações contaram com apoio da Polícia Militar e avançaram por regiões próximas de Guairaçá e Quatro Marcos. Os agentes tentam localizar possíveis pistas que possam indicar o paradeiro das jovens ou apontar detalhes sobre os veículos utilizados no dia do desaparecimento. O trabalho segue sob sigilo para evitar prejuízos às investigações, enquanto familiares continuam aguardando respostas sobre o caso.

Comoção no desaparecimento das primas
O desaparecimento das primas provocou grande comoção nas redes sociais e na região de Cianorte. Amigos e parentes têm compartilhado fotos e pedidos de ajuda na esperança de obter informações que levem até Stella e Letycia. A polícia reforçou que denúncias anônimas podem ser feitas pelos telefones 181, 197 ou 190 e destacou que qualquer informação pode ser fundamental para o andamento das investigações.

