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Não há discussão: trata-se de uma escolha. Para muitos, talvez, pode ser algo como “o fogo e a frigideira” ou “a pedra e um lugar duro”. Ainda assim, nos tempos em que vivemos, há como construir alternativas, algumas delas tão radicais como a de Paul Preciado, que corajosamente desafiou analistas a enxergá-lo plenamente. Para muitos de nós, no entanto, há caminhos trilhados, exemplos a serem seguidos que, pelo menos, não incluem toxicidade. Ao menos, não extrema.
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