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A possibilidade de trabalhar apenas quatro dias por semana e descansar três começou a ganhar força no Brasil e já movimenta debates políticos, empresariais e trabalhistas. Inspirado em experiências realizadas em países como Reino Unido, Islândia e Bélgica, o novo modelo propõe reduzir a carga horária sem alterar os salários dos trabalhadores contratados pela CLT.
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