Vírus Sincicial Respiratório: principais sinais da doença que levou Márcia Sensitiva à semi-intensiva

Márcia Sensitiva foi hospitalizada depois de contrair o Vírus Sincicial Respiratório.

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A médium Marcia Sensitiva foi internada na unidade semi-intensiva de um hospital em São Paulo após ser diagnosticada com um vírus respiratório. A notícia ganhou repercussão nas redes sociais e acendeu um alerta sobre os riscos de infecções desse tipo. Em um vídeo publicado recentemente, ela relatou os sintomas intensos e destacou a importância dos cuidados com a saúde.

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No relato, a astróloga explicou que manteve sua rotina de trabalho mesmo nos primeiros dias de mal-estar, acreditando que se tratava apenas de uma gripe comum. Com o agravamento do quadro, buscou atendimento médico após apresentar excesso de secreção, indisposição e piora progressiva. Mesmo medicada inicialmente, não houve resposta satisfatória, o que levou à necessidade de uma avaliação mais detalhada.

Vírus Sincicial Respiratório

Após exames, os médicos identificaram um vírus respiratório sincicial, responsável por desencadear uma infecção inflamatória significativa. Marcia descreveu o episódio como uma experiência extremamente dolorosa, com sintomas como falta de ar, dores intensas e acúmulo de secreção. Atualmente, ela segue em tratamento com antibióticos e sessões de inalação, sob acompanhamento médico.

Sintomas da doença de Márcia Sensitiva

O vírus sincicial respiratório (VSR) costuma provocar sintomas leves na maioria dos casos, especialmente em crianças maiores e adultos saudáveis, com sinais semelhantes aos de um resfriado comum. Nos primeiros dias, é comum surgir coriza, tosse leve e, em alguns casos, febre baixa. No entanto, em bebês e crianças menores de dois anos, a infecção pode evoluir de forma mais intensa, exigindo atenção redobrada. Nesses casos, o quadro pode começar de forma branda, mas evoluir rapidamente para manifestações respiratórias mais importantes.

Com a progressão da doença, geralmente entre um e dois dias após os primeiros sintomas, pode ocorrer piora da tosse, aumento da frequência respiratória e dificuldade para respirar, muitas vezes acompanhada de chiado no peito a cada expiração. Também é comum haver dificuldade para mamar ou engolir, além de sinais de baixa oxigenação, como o azulamento dos lábios e das extremidades.

Em adultos, a infecção costuma ser leve e de curta duração, mas pode se agravar em idosos ou pessoas com doenças crônicas, levando a complicações como pneumonia e necessidade de internação. Nesses grupos, o VSR também pode agravar condições pré-existentes, aumentando o risco de perda de autonomia, declínio cognitivo e piora da qualidade de vida após a infecção.