Fim do mistério? Após 30 dias, esta é a notícia atualizada do caso das primas desaparecidas

Sttela e Letycia desapareceram entre a noite do dia 20 de abril e madrugada do dia 21.

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O desaparecimento das primas Sttela Dalva Melgari Almeida e Letycia Garcia Mendes completa 30 dias nesta quarta-feira (20) sem qualquer resposta concreta sobre o paradeiro das jovens. O caso mobiliza a Polícia Civil do Paraná desde abril e segue cercado de mistérios.

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Até o momento, nem as meninas foram encontradas, nem o principal suspeito do caso, Clayton Antonio da Silva Cruz, conhecido como “Cleitinho do Pó” ou “Dog Dog”, foi localizado pelas autoridades. As investigações apontam que as primas saíram de casa no domingo, 20 de abril, para participar de uma festa em Paranavaí, no Noroeste do Paraná.

Segundo a apuração policial, Letycia já conhecia Clayton e teria convidado a prima Sttela para acompanhá-la. O suspeito buscou primeiro Letycia em Cianorte e depois passou em Jussara para pegar Sttela. A partir dali, os três seguiram juntos para a cidade onde aconteceria o baile.

O que mostram as investigações do caso

Imagens de câmeras de segurança registraram a chegada do grupo a uma casa de shows por volta da 1h da madrugada de 21 de abril, feriado de Tiradentes. Dentro da boate, as jovens aparecem caminhando juntas enquanto aproveitavam a festa, que tinha como atração principal o DJ Guuga. Horas depois, por volta das 4h, elas deixaram o local ao lado de Clayton em uma caminhonete Hilux preta. Desde então, nunca mais foram vistas.

Segundo a Polícia Civil, os celulares das primas e do suspeito perderam sinal pouco depois da saída da festa. O último registro obtido pelos investigadores aponta que o aparelho de Clayton esteve ativo em uma estrada rural localizada entre Paranavaí e Guaraça. Desde então, as buscas passaram a se concentrar em diferentes regiões do interior do Paraná, enquanto equipes tentam localizar qualquer pista que possa esclarecer o que aconteceu naquela madrugada.

Suspeita de duplo homicídio

Com o avanço das investigações, a polícia passou a tratar o caso como suspeita de duplo homicídio, embora os corpos das jovens ainda não tenham sido encontrados. Clayton Antonio da Silva Cruz teve a prisão preventiva decretada no fim de abril e permanece foragido. O caso continua gerando grande repercussão nas redes sociais e mobilizando familiares, que cobram respostas das autoridades enquanto convivem com a angústia de um mês inteiro sem notícias das primas desaparecidas.