Na segunda-feira, dia 25, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deu início ao seu cronograma de radioterapia preventiva em uma unidade hospitalar de Brasília, logo após ter sido submetido a uma cirurgia para a retirada de um carcinoma basocelular no couro cabeludo. A realização da primeira sessão foi oficializada por meio de um boletim emitido pelo Hospital Sírio-Libanês.
A estratégia médica prevê a realização de 15 sessões ao longo das próximas três semanas, com aplicações rápidas, de aproximadamente dois minutos cada, que serão adaptadas conforme os compromissos da agenda oficial do mandatário.
Lula segue trabalhando normalmente
Conforme esclarecido pelos especialistas, a medida foi adotada como um reforço terapêutico para minimizar qualquer chance de reincidência. O documento médico assegura ainda que o presidente está apto a continuar sua rotina de trabalho normalmente, sem interrupções, sob o devido monitoramento das equipes de saúde.
Antes dessas sessões de radioterapia, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva já havia passado por procedimentos médicos no final de abril, realizados no Hospital Sírio-Libanês em São Paulo. Nessa época, além da remoção da lesão no couro cabeludo, ele também foi submetido a uma cirurgia no punho. O cardiologista Roberto Kalil, responsável pelo acompanhamento do presidente, esclareceu que o tumor retirado da cabeça tratava-se de um carcinoma basocelular, diagnosticado como a forma mais frequente de câncer de pele.
Especialistas apontam baixo risco médico
De acordo com especialistas, o quadro oferece baixo risco desde que identificado e tratado no tempo correto. A médica Cristina Abdalla, integrante da equipe que prestou o atendimento, ressaltou que esse tipo de lesão é corriqueiro na rotina dermatológica e, na maioria dos casos, está associado ao histórico de exposição solar prolongada ao longo da vida do paciente.
