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A Defensoria Pública-Geral da União apresentou pedido ao ministro Alexandre de Moraes para adiar o julgamento da ação penal envolvendo Eduardo Bolsonaro, marcado para terça-feira. O argumento central é que a Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal opera com uma cadeira vaga há quase oito meses, situação que, segundo o órgão, pode afetar a segurança jurídica e o resultado da análise.
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