Maria Eduarda não teve morte instantânea; enfermeira revela última reação da jovem antes de falecer: ‘Ela…’

Rayza Gabrieli Dias Delfino prestou depoimento à policia e falou a respeito da vítima.

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Novas informações sobre a morte de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, revelaram detalhes dos minutos que se seguiram ao acidente ocorrido durante uma atividade de rope jump, em Limeira, no interior de São Paulo.

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Segundo a enfermeira Rayza Gabrieli Dias Delfino, responsável pelos primeiros atendimentos, a jovem ainda apresentava sinais vitais quando foi localizada após a queda. Em depoimento à Polícia Civil, a profissional contou que desceu imediatamente até o local ao perceber a gravidade da situação.

Após a queda, Maria Eduarda respirava com dificuldade

Ao alcançar a vítima, Rayza constatou que Maria Eduarda apresentava respiração irregular e pulsação bastante fraca. A enfermeira descreveu qual foi a última reação observada antes da morte da jovem. “Ela estava dando aquele suspiro de pós-morte”, relatou a profissional.

De acordo com o depoimento, Maria Eduarda ainda estava com parte do equipamento de segurança presa ao corpo, mas sem a corda principal que deveria impedir a queda. Rayza iniciou manobras de reanimação e permaneceu ao lado da vítima até a chegada das equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Os socorristas também tentaram utilizar um desfibrilador, mas a jovem não resistiu aos ferimentos.

Três homens foram presos

O caso é investigado pela Polícia Civil como homicídio com dolo eventual. Os três instrutores envolvidos na operação do salto tiveram a prisão em flagrante convertida em preventiva. Conforme apurado pelos investigadores, a corda de segurança permaneceu enrolada na estrutura da plataforma e não foi conectada ao equipamento usado por Maria Eduarda. Imagens registradas por testemunhas mostram o momento em que pessoas percebem a ausência da corda e gritam em desespero logo após o salto.