Bebê cai na piscina, é dado como morto, e 6 horas depois é encontrado vivo em um necrotério

A criança de apenas um ano foi encontrada viva pela equipe do legista e agora o caso segue sendo investigado.

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Um menino de um ano e meio foi achado respirando no necrotério de um hospital no Arizona, Estados Unidos, quase seis horas depois de ser declarado morto após cair na piscina. O caso de Vincent Lorenzo Fiordilino ocorreu em 8 de fevereiro, em Gilbert, no domingo do Super Bowl, mas foi revelado apenas recentemente com a liberação de registros oficiais.

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A criança foi socorrida e levada ao Mercy Gilbert Medical Center após ser encontrada de bruços na água. Segundo a NBC News, a declaração de óbito do garoto foi emitida às 18h20 pela equipe médica após os procedimentos de emergência.

A equipe do legista chegou ao local às 23h52 para buscar o corpo e constatou que o bebê estava vivo. Diante da situação, o menino foi transferido imediatamente de helicóptero para o Phoenix Children’s Hospital.

Investigação e conduta médica

De acordo com a emissora ABC15, dois policiais e uma enfermeira disseram ter notado sinais de vida e pulso na criança antes de ela ser levada à câmara fria. Um agente relatou ter tentado avisar o médico responsável, mas a preocupação foi rejeitada antes da declaração da morte.

Os pais e os policiais que estavam no pronto-socorro também relataram ter observado suspiros após a oficialização do óbito. Funcionários do hospital atribuíram esses sinais à respiração agônica ou a efeitos colaterais das tentativas de reanimação.

Desdobramentos e situação familiar

A polícia local recomendou que os pais do bebê sejam acusados de abuso infantil perante o Ministério Público do Condado de Maricopa. O relatório policial cita a suspeita de que o estado dos responsáveis estivesse alterado por maconha ou outras substâncias.

O Mercy Gilbert Medical Center realizou uma investigação interna sobre o caso, mas não divulgou o resultado e nem confirmou se o médico Aryan Toosi continua no quadro de funcionários. Atualmente, a família criou uma campanha para ajudar nos custos médicos do menino, que ainda necessita de ventilação mecânica e terapias.