Bombeiro de 32 anos que pretendia pedir namorada em casamento morre em piscina

O bombeiro bateu a cabeça quando deu um mergulho na piscina e veio a óbito.

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A morte do bombeiro civil Alisson Bruno dos Santos do Prado, de 32 anos, completou uma semana e gerou grande comoção entre familiares e amigos no Distrito Federal. O morador de Samambaia faleceu após bater a cabeça em um mergulho na piscina de uma chácara em Pirenópolis, Goiás.

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O profissional atuava como bombeiro civil no Ministério Público e o acidente fatal ocorreu na última sexta-feira (26). A missa de sétimo dia em homenagem ao trabalhador foi realizada na última sexta-feira (3).

A companheira da vítima relatou ao portal de notícias g1 o sentimento de luto e a dificuldade de lidar com a ausência do parceiro. Segundo as declarações, o morador era reconhecido pelo perfil dedicado ao trabalho e pelo cuidado constante com o bem-estar de toda a família.

Repercussão e o impacto na família

O profissional deixou três filhos com idades de 13, 10 e 8 anos, frutos de uma relação anterior, que residiam com o casal. As crianças também estavam presentes na chácara de Goiás no momento em que o acidente aconteceu.

A atual companheira compartilhou que os dois mantinham o plano de ter filhos juntos no futuro. O casal compartilhava uma rotina familiar próxima e recordações diárias por meio de fotos e mensagens gravadas.

Planos de casamento interrompidos

A história do casal teve início no ano de 2019, quando a companheira se mudou do Rio Grande do Norte para o Distrito Federal. A decisão da mudança ocorreu após os dois se conhecerem por intermédio de um primo do bombeiro.

Uma viagem planejada para o estado do Rio Grande do Norte em outubro deste ano marcaria o pedido oficial de casamento. O objetivo do profissional era oficializar a união diante de familiares e amigos.