Trump provoca México e Canadá e faz apelo para sediar sozinho a próxima Copa do Mundo

Presidente dos EUA aproveita o sucesso do Mundial de 2026 e surpreende ao defender uma futura edição sem parceiros.

PUBLICIDADE

A poucos dias da final da Copa do Mundo de 2026, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a chamar atenção ao defender que o país receba novamente o principal torneio da Fifa, desta vez como sede exclusiva. A declaração foi feita durante um evento na Trump Tower ao lado do presidente da entidade, Gianni Infantino, em meio às comemorações pelo sucesso da competição realizada em parceria com México e Canadá.

PUBLICIDADE

Embora o Mundial tenha sido organizado por três países, os Estados Unidos concentraram a maior parte da programação, recebendo 78 dos 104 jogos previstos, incluindo a decisão entre Espanha e Argentina, marcada para o MetLife Stadium, em Nova York. O protagonismo norte-americano reforçou o discurso de Trump sobre a capacidade do país de organizar sozinho uma futura edição da Copa.

Trump faz brincadeira e mira nova candidatura

Durante o encontro, Trump afirmou que a Fifa deveria escolher novamente os Estados Unidos para sediar o torneio, mas sem a participação de México e Canadá. Em tom descontraído, também comentou uma ideia atribuída a Gianni Infantino de dividir uma futura Copa entre Estados Unidos e China, ironizando que os jogadores teriam voos muito curtos entre as partidas, em uma fala recebida com bom humor pelos presentes.

Gianni Infantino aproveitou o evento para destacar o desempenho da Copa do Mundo de 2026 e afirmou que o torneio superou todas as expectativas da Fifa. Segundo o dirigente, o chamado “sonho americano” tornou-se realidade com a organização do Mundial, ressaltando ainda que o sucesso da competição não teria sido possível sem a participação de Trump.

Mundial histórico fortalece debate sobre futuras sedes

Com recordes de público, número de seleções e partidas, a Copa do Mundo de 2026 consolidou os Estados Unidos como principal palco da competição. As declarações de Trump reacendem as discussões sobre futuras candidaturas para sediar o torneio e reforçam o peso político e esportivo que grandes eventos internacionais continuam exercendo no cenário global.